arc

Resenha: Once And For All - Sarah Dessen

16.3.17


 Em 2010, após ler "Along For The Ride" da Sarah Dessen, basicamente apaguei todos os livros da autora da minha vida. Além de não ser muito fã de livros do gênero contemporâneo, a escrita de Dessen foi maçante demais para o meu gosto.
 Porém, quase uma década depois, a sinopse de seu novo romance chamou-me a atenção e eu fiz um desejo (literalmente) no NetGalley pedindo um ARC (Advance Readers Copy) à editora e para minha surpresa, meu pedido foi concedido. 
 "Once And For All" conta a estória de Louna. A típica garota adolescente introvertida que trabalha com sua mãe Natalie Barrett organizando festas de casamentos para todas as noivas do estado. E apesar de viverem rodeadas de casais apaixonados, nem mãe nem filha acreditam em amor ou em finais felizes. 
 A descrença de ambas começou quando o pai de Louna decidiu abandonar a família para viver sob a proteção e dinheiro oferecidos por seus ricos parentes, porém a vida de solteiro do rapaz não durou muito e ele morreu em um acidente de carro logo após o divorcio. Fato que levou Natalie a trabalhar duro para criar Louna sozinha. E em um de seus inúmeros empregos ela conhece William, o companheiro gay, que também nunca teve sorte no amor. 
 Juntos os três tornam-se inseparáveis, e Natalie e William abrem então sua própria empresa de organização de casamento. Durante anos essa família disfuncional segue a mesma rotina e ceticismo, até que em um verão as coisas mudam para todos eles.
 No decorrer de mais um casamento, Louna é obrigada a encontrar o ausente filho da noiva que estava atrasando a cerimônia toda com seu sumiço. E desde o primeiro instante que a garota avista Ambrose flertando com uma menina do lado de fora da igreja, a antipatia surge e Louna passa a detestar instantaneamente o rapaz.
 Todavia, o que deveria ter sido apenas um breve encontro transforma-se em pesadelo quando a irmã de Ambrose resolve realizar seu casamento com a empresa de Natalie. Como um verdadeiro peso morto para a família, a mãe de Ambrose resolve oferecer uma quantia extra de dinheiro para a mãe de Louna empregar o moço em sua firma durante o verão, de modo que ele faça alguma coisa útil da vida e pare de aborrecer a todos com seu jeito mimado de ser. Para o desespero de Louna, sua mãe então aceita a proposta

codinome lady V

Resenha: Codinome Lady V (Os Sedutores de Havisham #1) - Lorraine Heath

1.3.17


 O universo inteiro tem aquele autor favorito que te traz boas recordações de tempos que não voltam mais e no meu caso, Lorraine Heath é essa pessoa (virtualmente abraçando por uns cinco minutos essa mulher maravilhosa).
 Perdi a conta de quantos romances de época li dessa autora na minha fase de adolescente (when I was young and beautiful, como dizia Lana Del Rey). Então quando a Editora Gutenberg resolveu lançar a série "Os Sedutores de Havisham" eu primeiro infartei e depois fui igual louca comprar o livro na pré-venda. E após finalizar a leitura é com orgulho que digo que essa obra valeu cada centavo.
 "Codinome Lady V" conta a estória de Minerva. Outra garota solteirona que por conta de seu dote milionário não conseguia arrumar um pretendente interessado em casar-se com ela por amor, já que todos os homens que aproximavam-se da moça estavam de olho em sua fortuna.
 Mas, eis que um dia (depois de passar seis temporadas nos salões londrinos, sem conseguir arrumar um marido) a garota resolve ter uma aventura sexual com um rapaz desconhecido em um clube devasso que permite as mulheres deitarem-se com seus amantes sem serem descobertas (olha só essa evolução #partiuparty)
 Chegando ao Clube Nightingale (onde todas as moças eram obrigadas a usarem máscaras para manterem o anonimato), Minerva logo se depara com o Duque de Ashebury, também conhecido como o maior libertino; devasso; libidinoso e depravado homem da aristocracia (além de ser moreno alto, bonito e sensual).